terça-feira, 15 de abril de 2008

Serie Bandas Clássicas


Carmine Appice,Tim Bogart,Rusty Day e Jim Mac Carthy







CACTUS: O LED ZEPPELIN AMERICANO






Formada das cinzas de outra banda Clássica do rock americano, o Vanilla Fudge, esta banda separou-se em 1970. Os ex-Vanilla Fudge Carmine Appice e Tim Bogert,mais a participação deJim MacCarthy e Rusty Day, respectivamente o baterista e baixista,guitarrista e vocalista do Cactus não aguetaram as agruras do mundo do Rock.Mal sabiam eles que estava a banda subindo ao estrelato em 1970, já gravados quatro albúns..Cactus,One Way Or Another, Ot 'n'Sweety e Restrictions vieram a se dissolver neste ano, após uma malfadada turnê no Canadá onde os mesmos foram presos por porte de "marihuana".Artistas como Ted Nugent e Van Halen, Billy Sheeham,Kings X e David Coverdale em suas entrevistas quase sempre citam o Cactus como uma de suas influências principais, tal a influência em meio aos artistas do Hard Rock inglês e americano.De hits como "You Keep me Hangin On", um clássico da década de sessenta popularizado pelo Vanilla Tim Bogert e Carmine, após o final da experiência caótica com o Cactus e a perda do vocalista Rusty Day, sentem o gosto de se tornarem musicos Pró ao acompanharem Jeff Beck e Rod Stwart durante a década de 70.Mais uma guinada dada por Carmine ainda na década de 80 fora o lançamento da banda King Kobra, uma banda mais baseada em bandas de Hard Rock como o Ratt, Poison e Europe,que também não durou muito.Logo, mais uma década a frente encontramos os dois companheiros de estrada Tim e Camine reunidos a Jim MacCarthy e o ex-vocalista do Savoy Brown Jimmy Kunes, para o ressurgimento do Cactus em pleno 2004, ou seja 34 anos depois do fim da banda.
Mas com o Cactus é claro que o negócio não é mais uma banda caça niqueis como muitas que conhecemos.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Vocês querem maissss?? então acessem:http://orockdelondrina.blogspot.com
..Segura essa!
Arrigo Barnabé&Patife Band:Tubarões Voadores e Crocodilos à solta depois de um Looooouuuuuuuunnnnnngo Período!
Curitiba, 07 de Março de 2008 no centro cultural da Caixa Econômica Federal.Já passavam das 18 quando meu primo luis gritou: -As entradas, você está com as entradas?disse-lhe calmamente:-ainda não, estava a espera do termino de sua reunião para irmos juntos até a bilheteria!
E assim começou o show de Arrigo, que trouxe de tiracolo o one-man show baterista,percussionista vocal e demais intrumentos,seu irmão Paulo Barnabé.No outro teclado acompanhado o velho Barnabé nada mais que Paulo Braga.Vendagem esgotada no pequeno teatro próximo a UFPR.Na platéia eclética, velhinhas excentricas(talvez a procura de um orgasmo total...),estudantes de música(que novidade..), velhos amigos risonhos e eu e meu primo Luis, por sinal em locais separados pois só sobrou as cadeiras da fileira J e H.
Como sempre(digo isso pois já deve ser a décima vez que o assisto..) não faltaram as clássicas Diversões Eletrônicas, Orgasmo Total e Tô Tenso que junto da versão one man show do Paulinho fizeram dessa talvez a apresentação mais excêntrica de grupo de vanguardeiros.Paulo Braga fez uma excelente meio campo entre o show da Patife(leia-se Paulo Barnabé) onde se sombra de dúvida não deixou a desejar com "The Big Stomach" pontuado pela bateria e vocal poliritimico de Paulinho, desmonstrando que mesmo afastado da bateria desde tempos imemoriais, o fez com a destreza de compositor que sabe o que esta cantando e tocando:nota Mil! Paulinho é o cara!
No restante os improvisos cheio "Clusters" tonais(e não atonais como muitos pensam), demonstram que a música de Arrigo e Paulo Barnabé continua sendo: altamente futurista,vanguardeira chegando a um momento do show em que arrigo diz rindo:-Bom gente, tem um momento do show que vocês tem que sofrer um pouco, senão como vai ser...
Disse isso referindo a exaustiva improvisação de dois teclados durante uns quinze minutos...para vocês ter a idéia a tensão da música naquele ambiente...(continua)...
Chegamos ao final da apresentação com uma certeza:Ele(o Arrigo) não tocou "Suspeito"e "Amar é Importante"...graças a Deus....Nunca mais...

quinta-feira, 6 de março de 2008

Primo de Ouro..Oito anos e passou no Vestibular heheh..


Gente..este é o meu primo João Victor, Filho da Maristela, que por sua vez é filha do meu tio João que é irmão da minha falecida mãe...o moloque não é fraco não...
Leiam...
Após conseguir aprovação no vestibular para a Faculdade de Direito na Unip (Universidade Paulista), o estudante do ensino fundamental João Victor Portellinha de Oliveira, 8, encontrou sua primeira dificuldade como calouro. Acompanhado pelo pai, William Ribeiro, ele foi barrado pela segurança do prédio da faculdade, em Goiânia, ao se apresentar para assistir às aulas pela manhã.
DÁ - LHE PRIMÃO HEHEH...
João Víctor, de oito anos, foi aprovado para direito em faculdade de Goiânia
OAB PEDE INTERVENÇÃO NO CASO"Fiquei decepcionado, mas acredito que tenha sido apenas um problema de falta de comunicação. Agora, estou tentando agendar uma reunião com o responsável pela faculdade para tratar do assunto", disse William.Ele informou que as aulas do curso de direito já começaram e que hoje seria o primeiro dia de João Victor. "Chegamos ao prédio da faculdade por volta das 7h, horário que os responsáveis ainda não estavam. Apareceram somente os seguranças que, talvez por desconhecimento da história, impediram que ele entrasse no prédio. Espero resolver o problema ainda hoje à tarde", disse.A mãe de João Victor, a arquiteta Maristela Portelinha, informou que o filho ficou chateado com a situação. E ela também. "Acho que poderiam ter tido um pouco mais de consideração. Se não queriam deixar que ele assistisse à aula, pelo menos que tivessem a gentileza de convidá-lo para conhecer as dependências da faculdade. Poderia ser menos drástico", disse.Na noite de ontem, a direção da Unip voltou a se pronunciar por meio de nota à imprensa e informou que o valor referente ao pagamento da matrícula (R$ 516,00) já está disponível para ser devolvido à família. "Quando soube disso, o João Victor ficou chateado. Ele me disse que não queria o dinheiro. Queria era estudar", conta Maristela.Ela informou também que, apesar da intransigência da instituição, refletiu melhor sobre a possibilidade de recorrer à Justiça. "Incialmente, não estamos mais cogitando radicalizar. Queremos resolver o problema por meio do diálogo. E vamos conversar muito com ele para evitar que seja ainda mais exposto e prejudicado com toda essa situação que se formou em torno do assunto". Além da aprovação surpreendente, o currículo escolar de João Victor é motivo de orgulho para a família. Ele começou a estudar com dois anos, em Campo Grande-MS, onde a família morava. A mudança para Goiânia se deu há cinco anos.Quando completou cinco anos, a mãe quis matriculá-lo na escola Imaculada Conceição, onde estuda até hoje. "Como ele só tinha cinco anos, não queriam matriculá-lo no primeiro ano. Só depois de muita insistência e após ter feito uma prova é que o aceitaram na escola", conta.

“OS DETERMINANTES DO ACESSO A PORTAIS DE CONTEÚDO DA INTERNET:UMA TAXONOMIA PARA AS MOTIVAÇÕES NA WEB”de Cristiano de Oliveira Maciel e Olga M.C.P. (

Por Kadu Guariente

É louvável o fato de já termos no Brasil, pesquisas sobre a internet já que desde sempre o nosso país sofre com a tão costumeira síndrome do “só vou provar depois que o outro exprimentar”ou “se funcionar lá fora, aqui também funcionará”.É ai que ocorrem os grandes erros de visão de muitos negócios, que no exterior são completos fracassos e aqui poderiam ser “sucesso”.Digo poderiam por quê afinal,depois de anos injeção de capital estrangeiro no Brasil , do surgimento do Marketing na década de 50 e seu desenvolvimento é que vemos uma pesquisa fazer papel de vanguarda,ou seja, estar a frente estudando o que os internautas brasileiros gostam(entretenimento,cultura,informação),quais são as suas preferências com relação ao sites da web(layout,espaço virtual,e-mail,conteúdo..) e a definição física dos grupos por taxonomia,quais sejam:jovens hedonistas,descomprometidos e intelectuais.
A análise feita através dos portais de conteúdo,embasados em evidências empíricas das variáveis de comportamento do internauta ,demonstram o crescimento dos provedores de serviço de conteúdo na internet e do potencial de compra do internauta.O texto segue com clareza expondo os percentuais dos dados pesquisados em variáveis como:idade,classe social e estado civil, chegando a conclusão que renda e educação são variáveis relevantes a serem consideradas,a cor do site na relação entre internauta e websites e a busca de identidade através de sites pessoais na web, estratégias de auto-representação através de símbolos,sinais e objetos. Tudo isto em uma sequência de consultas a autores estrangeiros citados no texto.
Visando encorajar os meios de pesquisa acadêmicos, é importante frisar a importância da visualização de um texto como este em meio ao mercado da web(ponto.com).A visão dos dois principais construtos e o trabalho analítico do consumidor hedonista,visam suas motivações com a satisfação de prazeres imediatistas tornando-se ao meu ver, um foco para decisões diretas de Marketing agressivo bem direcionado na internet.Dado os atributos que compõe parte do texto analisado, a definição do consumidor enquanto “ conjunto de modelo de decisões”e aplicação da heurística nestes casos, vislumbram um modelo teórico de rara apreciação.A escolha dos atributos que exercem maior influência no meio dos consumidores(salientes,importantes e determinantes/tributos comparáveis e eriquecidos) e suas variantes através dos teóricos citados(extrínsecos e intrínsecos/ tangibilidade e intangibilidade), levam a inclusão de um modelo multidimensional na qual “cada medida extraí diferentes dimensões da importância dos atributos”, sugerindo então uma melhor adequação em função dos diferentes objetivos de pesquisa.
A taxonomia ou classificação empírica sugerida pelos autores do texto,propõe uma metodologia com uma pesquisa quantitativa de caráter exploratório, para os consumidores da internet.Na mesma pesquisa os autores usaram três cursos de graduação e pós-graduação em caráter de conveniência, feita em 13 entrevistas e que envolveram 14 variáveis sócio-demográficas e comportamentais ,mais 70 questões atitudenais.O texto é complementado, pormenorizando os detalhes da pesquisa em figuras de fluxogramas, que vieram a criar a perfilação dos grupos e a proposta de taxonomia. A avaliação das escalas de mensuração partindo de pressupostos técnicos como o coeficiente alfa de Croenbach e análise fatorial é que vieram a definir os conceitos já expostos no inicio, sobre a web e os consumidores que se relacionam com ela. Seguindo o texto, extremamente técnico já nesta altura, inicia-se o procedimento para o desenvolvimento da taxonomia.Segue-se mais uma seqüência técnica de elementos utilizados para atingir os resultados que se propõe:O Perfil dos grupos de taxonomia.Segue-se então a pormenorização dos grupos envolvidos em texto como citado no inicio da resenha, só que agora de um modo estrutural e técnico de avaliação. O texto em suas conclusões finais, cita a não generalização dos achados empíricos, pois ressalta o seu caráter exploratório e focaliza as descobertas de que os Hedonistas são os que menos compram na internet(pois dão mais valor ao e-mail que as sites de compra),mostrando os descomprometidos com uma média atuação no quesito entretenimento,mas com mais alto interesse em compras na web que os hedonistas.Já os Intelectuais, tem alta busca por informação e cultura na internet, dando importância ao Layout,e-mail e conteúdo dos sites. Por isso a riqueza de informações que o texto se propõe, constitui-se numa análise rica e que conclui ser este mercado “altamente homogêneo”,como no caso dos estudantes pesquisados e suas variáveis.
Complementando a resenha do referido texto, importante frisar que em se tratando de metodologia aplicada,suas referências bastante avançadas vêm argumentar de sobremaneira as conclusões e reafirmar que, enquanto nós aqui começamos a engatinhar nesta área de pesquisa de mercado, precisamos mais nos focar no aspecto do mercado de tecnologias, pois o alvo dos mercados mundiais cada dia aponta para novos produtos vindo das fontes de TI (tecnologia de informação), bem como do desenvolvimento de novas ferramentas em hardware e software, que cada vez mais criarão sub-mercados para cada nova necessidade tecnológica criada.Comparativamente à década de 70 e 80(pré-internet),não se havia citações de formatos para consumo,como sejam pacotes diferenciados para os produtos alimentícios e eletroeletrônicos, que hoje cada vez mais compactos,conseguem reunir tanto facilidade de acionamento para o audio,video e seus congêneres, quanto o acúmulo de informações para a tecnologia, como variações para os comodities da área de nutrição(aditivos de vitaminas em farinhas,tecnologia para laticínios e produtos derivados de soja,carne entre outros..).Tudo isso ao mesmo tempo vem da perspectiva do entendimento da cabeça do consumidor.Nisto a pesquisa de mercado é e será importante ferramenta de entendimento das vontades do ser humano.Quanto mais rápido as tecnologias avançam, mais rápido deverá existir novos meios de criar planejamentos estratégicos,mais rápidas ações e mais rápidas noções de estruturação da mente consumidora, perante a pesquisa mercadológica.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Cantina do Rock: é isso mesmo...Não é brincadeira...

Pessoal:
www.cantinadorock.blogspot.com
Não é brincadeira, é coisa séria...quem for como eu, que adora desenterrar bandas do meio do nada vai ficar doidinho....
inté...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008


O Que é Marketing – R. Richers – Editora Brasiliense (1981)

Resenha crítica do texto por Carlos Eduardo Guariente
A coleção primeiros passos tem tido uma importância fundamental na educação brasileira durante os últimos 20 anos, dado ao caráter sintético de suas obras. A preocupação de seus autores em fundamentar as bases dos assuntos para leigos e estudantes universitários, auxilia a motivar o interessado a uma expansão crítica da informação impressa, tal o modo como o livro se desenvolve nos primeiros capítulos.Não por acaso, caiu em Raimar Richers a responsabilidade de abordar tal assunto, tendo em vista que o mesmo fora um dos pioneiros da área e o responsável por cunhar o termo “mercadologia”em nosso país.Partindo do seu Mea Culpa quanto a difusão do termo, Richers que a época fora assistente da missão americana liderada por Karl A. Boedecker,reconheceu o “artificialismo” do termo e cedeu a expressão “imperialista” que na época fundamentava seus primeiros passos para a “globalização”.Mas confirma a utilidade de ambas as expressões como sinônimos.O autor define Marketing como “as atividades sistemáticas de uma organização humana voltadas à busca e realização de trocas para com o seu meio ambiente visando benefícios específicos”. Ele conceitua que não é qualquer tipo de troca que define uma ação mercadológica, pois focaliza nas funções exercidas pelo profissional de Marketing as ferramentas à sua disposição e a maneira de atingir suas metas sem gastos extras. A aplicação da filosofia de Marketing embasada no sistema de métodos SIM(Sistema Integrado de Marketing) e de suas funções básicas objetivo,análise,recurso,adaptação,ativação, avaliação e feedback vêm segundo o autor, de uma necessidade de encontrar controle sobre combinações racionais e adequação à relação produto/mercado.O Importante, avalia Richers é “tornar o composto(Marketing Mix)irresistível para o mercado”,cuja coordenação de resultados positivos depende de decisões pessoais e subjetivas oriundas do talento e da experiência do profissional da área.
Deste modo o mesmo passa a subdividir as Funções de Análise,destacando a Pesquisa de Mercado e salienta a problemática dos dados secundários, onde faz uma analogia com o mercado americano, que de longe é o país onde o hábito de pesquisa é o mais difundido.Richers conclui esta parte e sugere que as empresas dispostas à Função de Análise,construam aos poucos cada uma o seu próprio SIM.Para o próximo passo ele define o SIM como um “conjunto integrado de coleta de dados”com fins a facilitar suas ações de adaptação ao seu meio ambiente.Abordam a montagem e informações do Macroambiente(áreas de pesquisa fora da empresa) e do Microambiente(áreas de relacionamento direto com a empresa)orientando o roteiro para as áreas de prognóstico,confrontos entre planos de expansão,decisões de médio e longo alcance e “divestimentos”e assim busca o controle de todas as atividades básicas bem como as complexas.
Na próxima etapa ele assinala a Adaptação,que nas atividades visam a ajustar características de sua oferta às forças vigentes do mercado, caso contrário como ele mesmo afirma “não haveria a necessidade da função de análise”,pois a mesma é a inspiração para a adaptação de mercado.Partindo do principio que a combinação dos cinco elementos: design,marca,embalagem,preço e assistência aos clientes vêm a criar o Composto de Apresentação.Ele explica que as mesmas “ajustam características facilmente aparentes de um produto”.Neste contexto design,marca,embalagem,preço e assistência ao cliente vigem ao lançamento de novos produtos, com recomendações pragmáticas que o próprio escreve, apoiado no estudo da empresa Booz,Alle&hamilton publicado em 1965,ainda hoje fonte de dados empíricos sobre lançamentos dos mesmos.São conduções de processos através de seis etapas,para que se gaste o mínimo de recursos e tempo e aumentem as probabilidades de sucesso durante o processo.
Richers também situa as inovações comparando cada produto como um organismo vivo ou seja, que tem um ciclo próprio de duração no mercado dependendo da lealdade do consumidor.Neste ciclo de vida introdução,crescimento,maturidade e declínio são as fases delineadas pelo autor,que também afirma ser possível esticar o ciclo além de seu período normal de vida, através de esforços promocionais como no do Market Stretching ou seja, quando se descobre novas aplicações para um produto em declínio.Afirma-nos que a mais fácil aplicação desta tese é:”Procure entrar mais cedo que a maioria dos concorrentes e caia fora do mercado quando um dos primeiros do seu ramo for abandonado por consumidores que substituírem a marca dele”.
Na Função Ativação, Richers abrange todas as atividades que visam a satisfação das utilidades de um produto ou serviço.A atribuição de “valor”,”Status”,entre outros são conceitos trabalhados neste capítulo e fazem da Ativação o conceito mais amplo do Marketing Mix.Seus elementos básicos distribuição,logística,venda pessoal e publicidade
Perfazem as principais artes da função ativacional e buscam conjugar estes elementos formando um conjunto econômico voltado a satisfação contínua das utilidades.
Finalmente na Função Avaliação, o administrador busca melhorar o custo benefício das atividades sob o seu controle.A avaliação é semelhante, mas não idêntica ao de controle.O controle é aplicável aos setores administrativos de uma empresa, enquanto que a avaliação está ligada diretamente ao Marketing.Para atingir a amplitude e a regularidade do controle mercadológico com o auxilio da Avaliação,uma empresa precisa preparar-se durante muitos anos. Sua área de enfoque é o SAM(Sistema de Auditoria Mercadológica)que busca o foco da empresa inicialmente nas áreas com maiores problemas de desempenho. O autor finaliza o texto, afirmando que a Função Avaliação só terá utilidade para a empresa desde que ela nos auxilie a encontrar meios para a melhora de áreas específicas de ação mercadológica e com isso contribuírem para o aumento da produtividade do Marketing Mix como um todo.Richers conseguiu utilizar os meios mais sintéticos, produzindo um texto de visão didática soberba, que consegue analisar todo omacrocosmo do Marketing”, dando nomes a cada ação mercadológica e orientando na correta interferência do profissional, para criar excelência de ensino em um texto excelente.Completam a obra um capítulo inteiro de perguntas e respostas. Analise Critica

Partindo do pressuposto que o texto teve a função de explanar o Marketing de modo didático para muitos que não são do ramo, precisamos primeiro levar em consideração que o mesmo fora escrito no ano de 1981.Apesar de muitos dos fundamentos teóricos serem absolutamente usuais nos dias de hoje, alguns dos exemplos de marcas(de época) deixados no livro são de produtos que, por não mais existirem no mercado perdem absolutamente o apelo de Marketing que os transformara(muitos dos alunos na sala nem devem saber o que é um receiver da Gradiente ou que o leite condensado já foi um dia produto para bebês em desenvolvimento), o que demonstra um fato:O Marketing faz os produtos terem um ciclo de vida própria e vão sendo substituídos conforme as necessidades e tendências de produção e consumo dos clientes.Fato.
Fica evidenciado que o livro fora escrito para época e com o entendimento sóciopolítico da época(por exemplo, não se cogitava sobre os produtos chineses e a pirataria atual, fatos estes importantíssimos para o estudo e planejamento de Marketing nos dias de hoje)como a redemocratização do país,a maioria das estatais como Petrobrás,Bancos Estaduais,Embratel,etc.Resumo da ópera:livro de Marketing bom é livro escrito hoje, com os conceitos de hoje.Marketing é presente.Passado é o que aprendemos com as experiências e trocando em miúdos mercadológicos, futuro é planejamento a longo prazo.
Neste ponto creio que o autor tenha falhado:ele poderia ter criado um texto atemporal, sem exemplos práticos.Mas por outro lado, vivendo no Brasil à época como é que ele poderia ter qualquer previsão de futuro?ou seja como é que ele poderia imaginar que alguém em 2008 estaria lendo este livro? No máximo ele deve ter imaginado que este livro talvez pudesse ter alguns cinco anos de vida útil e iria ficar no esquecimento. Ai entraria o “Marketing Strech” que o mesmo ensina seu livro:Richers aproveitaria do texto original as idéias teóricas básicas e reeditaria os exemplos práticos exemplificando-os com produtos atuais.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

URIAH HEEP HISTÓRICO série Bandas Clássicas

URIAH HEEP:UMA HISTÓRIA
Os Críticos tem tido uma parco e fraco julgamento sobre o Uriah Heep ao longo dos anos, mas a banda tem vendido milhões de discos e tem tido 40 albuns nas paradas americanas.Brilhante banda de Hard Rock,o UH despresou muito do crédito dado à banda por haver em suas line-ups a troca de 30 pessoas durante este tempo.David Byron(Vocais,1947-1985)formou o grupo com Mick Box(guitarras,violões,vocais,1947..).Durante a metade dos anos 60,o duo estava na banda Stalkers, e após a separação da mesma criaram a banda Spice.Isto os colocou dentro do Uriah Heep quando, Ken Hensley(1945,Teclados,guitarras,vocais)os reuniu junto de Paul Newton(1946..Baixo,vocais).Hensley, um músico talentoso que previamente havia tocado com Kit and the Sarracens e o grupo Soul Jimmy Brown Sound.Antes do UH eles ficaram colados no experiênte empresário Gerry Bron,pois Hensley havia tocado ao lado de Mick Taylor no The Gods(que mais tarde tocaria com os Rolling Stones)e havia tocado em um album do Toe Fat junto de Cliff Bennet.A sequencia de bateristas se iniciou com Alex Napier do Spice e com, seguido por Nigel Ollson(mais tarde reconhecido por ter tocado com Elton Jonh).Encontrar um baterista permanente foi um dos grandes problemas da fase incial do UH.O album debut de 1970 Very Eavy Very Umble,foi um modo simplista e lento de passar do Folk elétrico para um som mais duro e direto.Depois de diversas audições com vários bateristas é oferecido a vaga a Keith Baker(ex-Bakerloo) que gravou o album Salysbury antes de decidir que as datas da turnê na época eram muito rigorosas na sua opinião.Salysbury foi um drástico desenvolvimento do do primeiro albúm, com muita lentidão,solos intermináveis e uma faixa de 16 minutos intercalada por um orchestra de 26 membros.A banda estava perto de ficar a frente de um entendioso e pomposo estilo musical até começarem a flertar com o Rock Progressivo.Durante 1971 a line up foi alterada novamente quando Lee Kerslake outro ex-menbro do The Gods e do Toe Fat substituiu Ian Clarcke.Mike Clarck ex-menbro do Collosseum e do Downbeat substitui Paul Newton por três meses, até a chegada de Gary Thain(1948-1976, ex Keef Hartley Band).Em 1971 Gerry Bron havia formado a Bronze records e o album Look At Yourself havia dado a primeira chance ao UH de chegar ao nº39 nas paradas inglesas em Novembro.A estabilidade da nova formação fez com que a banda iniciasse o período de maior sucesso na década de 70, quando a fantastica e excentrica natureza de suas letras foi somado a um grande conhecimento musical.O quinteto gravou cinco albúns, começando por Demons and Wizards,o primeiro a entrar nas paradas americanas.Os temas liricos continuaram em The Magician's Bithday, no album duplo UH Live,Sweet Freedom e Wonderworld(seu último albúm a estar nos top 40 americanos)e Return To Fantasy,quando a banda revelava muita sede de gravar e fazer performances ao vivo.Gary Thain pede para sair em fevereiro de 1975,após sua situação ficar incontrolável.Ele morre de overdose no ano seguinte.Jonh Wetton que participara das banda King Crimson,Family e Roxy Music foi trazido para trazer o impeto que eles precisavam na banda,após a saída do Baixista Thain em Março de 1975.Muitos criticos consideram que ele deu um passo em falso ao adentrar uma banda que rapidamente se tornara um anacronismo.A união celebrada em Return To Fantasy,fez cair a criatividade e marcou a última entrada da banda no top 10 Britânico.Wetton, somente após um ano debanda, volta a tocar com Bryan Ferry.No inicio de 76,apesar de um ótimo albúm(High and Mighty), a banda começa a lista em que errou,com argumentos de que achavam que sua formula vencedora havia ficado arcaíca.Nas próprias palavras de hensley(analogicamente ao chavão que ele mesmo cita) "Eles eram uma bomba pronta para explodir",pois fazia pouco tempo que o o quase fatal choque eletrico que Gary Thain tomou em um palco em Dallas-Texas havia sucedido, e que ele havia dito que isso não havia sido o suficiente para pagar os seus pecados.Hensley caiu fora após a turnê americana de 1976 e neste meio tempo,Byron é convidado a deixar a banda.Ele rapidamente se junta ao Rough Diamond e em seu curto tempo de vida, somente veio a lançar o que seria seus albuns solos depois de sua morte em 1985.Hensley à época já havia embarcado em uma paralela e curta carreira solo lançando albuns em 1973 e 1975.Jonh Lawton antes cantor da Lucifers Friends,estreia no album Firefly de 1976.O novo contrabaixista Trevor bolder era músico da banda de apoio de David Bowie(Spiders From Mars).Continuando com a disposição a line up Hensley/Box/Kerslake/Bolder, lança ainda em 1977 e 1978 os albúns Fallen Angel e Innocent Victcim,como uma tendência bem mais pop do que nos albúns anteriores, onde se vê um forte trabalho de baixo/bateria com ritmos mais funk que os albúns anteriores. A posição de cantor sofreu várias mudanças durante o fim dos anos 70 e inicio dos oitenta e o grupo se encontrou tocando para os seus cultuadores que estavam sumindo.O Ex-Lone Star Jonh Sloman assumiu juntamente com o baterista Chris Slade(Arthur Brown e depois The Firm e Ac/Dc)os postos dos então afastados Lawton e Kerslake(que fora gravar na época o album Blizzard Of Ozz de Ozzy Osbourne),para gravar Conquest(1980),após isto Hensley sai,deixando o membro original Mick Box juntar o que sobrou.Um breve hiato resultou em um novo album do Uriah Heep que incluia Box,Kerslake,Jonh Sinclair(teclados), Bob Daysley(ex-Windowmaker)e Peter Goalby(ex-Trapaze).Daysley deixa a banda mais tarde em 1983,após as gravações do álbum Head First(1983), sendo substituido pelo retorno de Bolder que na época estava com o Wishbone Ash(outra banda contemporânea do UH).A Bronze Records quebra em 1984 e a banda assina com a Portrait Records nos EUA(sendo lançado no brasil neste período pela CBS).Para o Lançamento do albúm Equator, a banda chama Phil Lanzon(teclados) e Bernie Shaw(vocal)originarios da Grand Prix, que iniciam um novo periodo de atividades onde conquistam em 1987 a distinção de serem a primeira banda de Heavy Metal ocidental a se apresentar em Moscou.Sempre parecendo estarem atemporais com toda a evolução do Hard Rock,Sea of Light o album de 1995 mostrou a marca registrada da banda com seus rocks melódicos,as capas de Roger Dean,botando a banda com um layout renovado e em um patamar desejavel.A turnê européia do mesmo ano viu reunir-se a banda Jonh Lawton, que substituiu Shaw devido a problemas com a garganta.Sonic Origami contém um dos melhores momentos da banda desde a fase aúrea com David Byron.De 2000 para cá os DVDs Acousticly Driven e The Magicians Birhtday Party live at Camdem Theater,mostraram que está última formação que já dura desde 1985 foi a mais bem aceita por velhos e novos fãs.Em 2007 Lee Kerslake pede afastamento da banda e sua decidida aposentadoria depois de 35 anos de banda,sendo substituido pelo session drummer Russel Gillbrook.