segunda-feira, 11 de abril de 2016

Os Músicos de Rock Mais Subestimados da História: Mel Collins

Ás vezes me pergunto o que leva um projeto de banda ou músicos que tiveram uma projeção inicial lá nos longínquos anos 70 (século XX) ter ficado à margem história.

Músicos de quando ainda éramos jovens, ouvíamos e eram a sensação do momento em sua época mas sumiram e deixaram rastros de fãs que se negam a acreditar nisto e conquistam cada dia mais espaço para os seus ídolos.
Estas histórias nos dias do advento da web (final dos 90) desencadearam uma retomada artística de diversos músicos ao redor do mundo, inclusive com turnês que se não lotaram estádios, criaram um movimento de "revival" enorme em bares maiores, pubs e médias casas de show do país e principalmente fora.
Aqui relaciono alguns nomes que vários da geração Z talvez nem tenham ouvido falar e outros desta mesma geração que os conheceram via parentes e amigos, na maioria aqueles tiozões que como eu ainda são fascinados pela sonoridade de uma boa velharia sonora feita de stacks de marshalls, pedais wha wha's, MiniMoogs, baterias Ludwig e guitarras vintage.



Melvyn Desmond "Mel" Collins ( 5 de Setembro de 1947, Isle of Man - Grã Bretanha)




Muitos conhecem saxofonistas de rock famosos com Bob Keys (The Rolling Stones) e Clarence Clemons (E-Street Band, Bruce Springsteen), mas existem saxofonistas do rock que foram excluídos do Olimpo dos grandes instrumentistas de rock e que continuam até hoje aumentando sua fama pelo mundo. Um destes é o saxofoniste e flautista Mel Collins. Tendo iniciado no mundo do prog rock nos anos 60/70 ao lado de King Crimson e Chris Squire (Yes), Collins não só colaborou com monstros sagrados do rock progressivo mas também do rock e do R&B Inglês como Eric Clapton, Bad Company, Humpble Pie, The Allan Parsons Project, Roger Waters entre muito outros.
No album Islands de 1971 e em substituição ao saxofonista Ian McDonald Mel Collins, aqui um banho de estilo erudito na canção "Formentera Lady":



Mais a frente um da suas gravações memoráveis que mostram sua versatilidade como músico no universo rock está no album "Street Rats" do Humble Pie em 1975:




Bom, não preciso falar que este próximo hit é do album Some Girls dos The Rolling Stones e talvez um dos hinos memoráveis desta banda:



No album Alchemy Live do Dire Straits em participa na maioria das faixas gravadas ao vivo:



Em 2014 Mel Collins volta aos palcos com o velho comparsa de King Crimson, Robert Fripp no projeto "A Scacity Of Miracles", aqui só para sentir a passagem de som dos músicos:




sexta-feira, 8 de abril de 2016

Os Músicos do Rock Mais Subestimados da História - Parte II : Zal Cleminson

Ás vezes me pergunto o que leva um projeto de banda ou músicos que tiveram uma projeção inicial lá nos longínquos anos 70 (século XX) ter ficado à margem história.
Músicos de quando ainda éramos jovens, ouvíamos e eram a sensação do momento em sua época mas sumiram e deixaram rastros de fãs que se negam a acreditar nisto e conquistam cada dia mais espaço para os seus ídolos.
Estas histórias nos dias do advento da web (final dos 90) desencadearam uma retomada artística de diversos músicos ao redor do mundo, inclusive com turnês que se não lotaram estádios, criaram um movimento de "revival" enorme em bares maiores, pubs e médias casas de show do país e principalmente fora.
Aqui relaciono alguns nomes que vários da geração Z talvez nem tenham ouvido falar e outros desta mesma geração que os conheceram via parentes e amigos, na maioria aqueles tiozões que como eu ainda são fascinados pela sonoridade de uma boa velharia sonora feita de stacks de marshalls, pedais wha wha's, MiniMoogs, baterias Ludwig e guitarras vintage.

Alistair Macdonald "Zal" Cleminson (Glasgow - Escócia 4 de Maio de 1949)


Quem é este arlequim com guitarras firebird e SG da Gibson tocando como um maníaco atras de rocks memoráveis do saudoso Alex Harvey, de canções inúmeras do Nazareth e até mesmo de Bonnie Tyler? Quem foi este guitarrista que apavorou caras como Pete Towshend, Eric Clapton e Jimmy Page?.
Esta é a história que iremos aqui contar. 
Muito antes de existir Kiss, Alice Cooper, Twisted Sisters este guitarrista já estava fazendo fama nos palcos do reino unido. Foi na banda escocesa Tear Gas (que acabou sendo a base da banda The Sensational Alex Harvey Band) que este escocês de cabelo ruim começou no mundo do rock. Não só as performances de Zal ao vivo, mas a qualidade técnica de guitarrista que o fizeram conhecido e admirado e portando óbvio que ao fim da Alex Harvey Band ele automaticamente foi convidado a entrar na banda mais famosa da Escócia na época: tratava-se da Banda Nazareth. Mas vamos por partes.
Aqui abaixo, temos com o Tear Gas um pouca da energia de Zal em inicio dos 70:
Com a gravação do álbum Next (1973) o rock inglês ficou embasbacado com a capacidade criativa do Escoceses em especial ao roqueiro Alex Harvey, que já era considerado um veterano pois sua carreira era pré Beatles e The Rolling Stones, considerado o Tommy Steele Escocês. Para vocês entenderem o que significa Tommy Steele para o rock inglês aqui vai:
E este era Alex Harvey à época:
Agora o que aconteceu com o The Sensational Alex Harvey Band foi algo além das expectativas do rock britânico, assistam:
E o Guitarrista catalisador desta loucura toda era o próprio Zal Cleminson
Este guitarrista. o Zal Cleminson não foi popular, sempre se considerou um "side-man" de outros artistas como Elkie Brooks:
Mas foi com os Escoceses de Dunnfermile é que Zal consquistou uma reputação mundial:

Os Músicos de Rock Mais Subestimados da História - Parte I: Ken Hensley

Ás vezes me pergunto o que leva um projeto de banda ou músicos que tiveram uma projeção inicial lá nos longínquos anos 70 (século XX) ter ficado à margem história.
Músicos de quando ainda éramos jovens, ouvíamos e eram a sensação do momento em sua época mas sumiram e deixaram rastros de fãs que se negam a acreditar nisto e conquistam cada dia mais espaço para os seus ídolos.
Estas histórias nos dias do advento da web (final dos 90) desencadearam uma retomada artística de diversos músicos ao redor do mundo, inclusive com turnês que se não lotaram estádios, criaram um movimento de "revival" enorme em bares maiores, pubs e médias casas de show do país e principalmente fora.
Aqui relaciono alguns nomes que vários da geração Z talvez nem tenham ouvido falar e outros desta mesma geração que os conheceram via parentes e amigos, na maioria aqueles tiozões que como eu ainda são fascinados pela sonoridade de uma boa velharia sonora feita de stacks de marshalls, pedais wha wha's, MiniMoogs, baterias Ludwig e guitarras vintage.

Ken Hensley (Kenneth William David Hensley (Agosto de 1945)

Fonte:http://www.uriah-heep.com/newa/gigs/uriahheepukslowey_3.jpg
Ken Hensley ao que muitos pensam, não foi apenas o tecladista e guitarrista da banda britânica Uriah Heep. Sua coloboração músical na europa de estende além do Reino Unido. Aos malucões que adorão pérolas do Kraut Rock do inicio dos anos 70 citamos o álbum da banda Weed, um projeto de Hensley com a banda Alemã Virus que hoje é um dos albuns mais cultuados da história do Kraut Rock. 

Seguindo a sequência de trabalhos deste roqueiro londrino, antes mesmo de aceitar a proposta do produtor Gerry Bron (fundador do selo Bronze Records e que revelou entre outros artistas a banda Motorhead) Hensley já havia participado da banda The Gods ao lado do baterista Lee Kerslake (Uriah Heep, Blizzard of Ozz) onde fizeram além de fama no meio musical Londrino permitiu em 1969 que estes dois se unissem a mais duas lendas do rock inglês: David Byron e Mick Box da banda Spice. E neste meio tempo ainda houve tempo de participar dos projetos da Bandas Toe Fat e Head Machine.

Participando do Uriah Heep por dez anos (1970 a 1980) , Hensley ao lado de tecladistas como Jon Lord (Deep Purple) e Keith Emmerson (EL&P) fez fama com suas bases e solos de Hammond, mas também de solos de guitarra memoráveis ao lado de Mick Box (até hoje membro original do Uriah Heep).

Sua carreira solo é um caso a parte: entre 1973 e 1981 (logo após sua saída do UH) chegou a lançar dois álbuns solos e deixou várias sobras de estúdio que até hoje não foram lançadas. 

E ao Lado da banda americana Blackfoot onde participou de dois albuns em 1983 e 1984 respectivamente. 

Mas após um hiato de 10 anos eis que vemos novamente Ken Hensley retornar com alguns albuns à partir de 1994 , turnês pela Rússia, Eslovênia, Turquia, Espanha, Alemanha com boa receptividade dos fãs. Sendo que em 2001 ele participa da reunião do Uriah Heep em 2001 ao lado de seus ex-colegas de banda John Lawton (Lucifer Friends), Trevor Bolder (Spider From Mars), Lee Kerslake (Ozzy Osbourne) e claro Mick Box, Bernie Shaw e Phil Lanzon.







sábado, 16 de março de 2013

Bernardo Pellegrini e Seu Novo Clipe!


Bernardo Pellegrini novamente nos presenteia com a nova canção "Xote do Menino" com produção do não menos talentoso Marco Scolari.
Como sempre em terra de Rodrigo Garcia Lopes, Neusa Pinheiro, Cida Moreira e Arrigo Barnabé novas canções são sempre bem vindas e vindas do Ber já viu né??

Música de Bernardo Pellegrini, feita para Antonio seu filho.
Produção: Marcos Antonio Scolari
Edição: Chico Santos


terça-feira, 27 de novembro de 2012

LO & Grupo




Luis Otávio Almeida é um caso raro na música Paranaense.

Pé vermelho de origem chegou com dez anos à capital paranaense e interessou-se desde cedo pela guitarra, ao lado de seus primos do interior que dedicavam-se aos primeiros estudos musicais. Mesmo no autodidatismo iniciante como todo adolescente se embrenhou na sonoridade Curitibana e do rock clássico norte americano do Credence, Ten Years After, Steppenwolf, até que seus estudos o levarão a conhecer a bossa nova e os sons do Sul Minas Gerais. 

Somado ao estudo de técnica de violão erudito e guitarra elétrica com o guitarrista Fernando Pacheco (Recordando o Vale das a Maçãs) e com o guitarrista carioca Fredera (Som Imaginário) , com o passar do tempo Luis era levado a adquirir experiências como a passada no Chile na década de 90 e depois de seu retorno a Curitiba, mais uma temporada na Espanha que o auxiliou a adquirir a experiência necessária de compositor e arranjador.

Especialista em cordas, Luis adquiriu no samba e no chorinho, bem como nos ritmos brasileiros uma experiência ímpar e é dono de uma criatividade ilimitada. Ele prossegue em vários projetos culturais Curitibanos levando sua música ao patamar da excelência.

Aqui embaixo um pouco do que ele já realizou em seu retorno aos palcos Curitibanos através de seu novo site, que já se encontra no ar:



http://www.loegrupo.com/home.htm


 Biografia