segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Bernard Purdie:O Baterista mais gravado de todos os Tempos.


Bernard Purdie: misto das sonoridades soul, funk,criador do "Half Time Shuffle"(um ritmo tocado em 6/8 que foi copiado por muitos bateristas do rock e do pop com Jonh Bonham do led Zeppelin e Jeff Porcaro do Toto) é marketeiro nato. Jura de pé junto que gravou a maioria dos albúns dos Beatles, mas se é não verdade isto é outra história.A história veridica sim, mostra que gravou com todos os monstros da Soul Music americana e do Pop americano na década de 70.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Ian Paice: Da terra de Robin Hood,um super herói das baquetas.


Ian Paice: virtuose que através do reconhecimento de Ritchie Blackmore, entra para o Deep Purple em fins dos anos 60 para se tornar o que é: uma lenda. Naturalmente como haveria de se esperar, Paice é de Nothingham, terra do não menos lendário Robin Hood.

Dono de uma senhora técnica na bateria que o mesmo adquiriu através do Jazz das Big Bands inglesas e da influência de Buddy Rich, o mesmo trouxe junto de bateristas peso-pesados da Inglaterra como Jonh Bonham,Cozy Powell, Carl Palmer,Chris Slade, Bill Ward e Lee Kerlake o diferencial do baterista de Rock com "expertise" no Jazz e na improvisação.

Os anos 70 foram prodígios nas exprimentação musical e da fusão do Rock, Jazz e da música erudita, mas Ian Paice a elevou ao patamar supremo de Rock Star, vindo a influênciar toda uma geração de bateristas tanto do Hard Rock quanto do Heavy Metal nos anos 80 e 9o.

Quem já viu um solo de Ian Paice ao vivo ou em albuns,dvds e cds sabe do que estou falando.

Simplesmente fantástico.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Billy Cobham:O Taurino Matador


Billy Cobham:mistura dos elementos percussivos e musicais que trouxeram ao Jazz, o Rock, o funk, a premissa de que técnica bem usada por um baterista pode criar nuances,paisagem,climas em cima de poliritimias, tempos assimétricos, compassos mistos.O primeiro baterista que ouvi usar todas estas caraterística foi Billy Cobham:um senhor baterista, dono de pegada de urso aliada uma a uma pata de "Bambi", ouvi-lo tocar um Jazz ao estilo Miles Davis(como em Milestones) e depois executar "Vital Transformation" da Mahavishunu Orchestra é como viajar para Marte e caminhar por seu clima avermelhado e voltar ao espaço em uma nave extra-terrestre.
Só o seu trabalho solo "Stratus" de 1974 com o guitarrista Tommy Bollin, já justifica o titúlo de "Maior Baterista do Mundo" que o mesmo carregou por décadas ao lado de monstros como Steve Gadd, Elvin Jones e Neil Peart.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Art Blackey:O Mensageiro do Jazz


Falar de Art Blackey para min é tarefa fácil:foi mais ou menos aos 10 anos de idade que ouvi histórias sobre ele, Buddy Rich e Gene Krupa através de um amigo de meu pai, o Antonio Victor de Maringá que fora músico profissional na década de 60.

Blackey para min foi o para o Jazz o que Ian Paice do Deep Purple foi para o Hard Rock, o mais pesado, o mais técnico o tipo de baterista com ímpeto e poder de chamar a atenção para o fundo do palco ou melhor para a frente do palco.

Dizer que o mesmo abriu a porta para músicos como Benny Golson,Winton Marsalis,MCoy Tyner no seu Jazz Mensagers é dizer pouco de Blackey, os novos músicos iam atrás dele por que el foi um ícone não só do Jazz, mas um ícone da sua raça.É como Magic Johnson no basquete ou Martin Luther King na política.

Temas como Moanin, Drum Thunder Suite e Cafe são representações não somente clássicas do estilo Hard Bop(que ele mesmo criou), mas inspiram tanto, que você como baterista depois de ouví-las será chutado de todas as bandas e artistas que aparecerem...e sabe por quê?...por que depois de ouvir Art Blackey você irá almejar ser o centro das atenções...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Zé Nazário:O Homen das Baquetas que falam!


Conheci o músico,compositor e instrumentista José Eduardo Pinto Nazário lá pelos idos de 1991 em Pouso Alegre-Mg em um workshop sobre a história da bateria , quando eu então lá cursava o segundo graú regular em música pelo CEMPA(Conservatório Estadual de Música de Pouso Alegre).


Anos depois, após ter passado pelas mãos de outros professores de percussão e já morando em São Paulo, comecei a estudar com ele no estúdio Coda(Pinheiros) e na casa de seus pais no bairro Planalto Paulista(zona sul) onde me ministrou durante dois anos e meio, não só bateria, mas filosofias de vida, de sobrevivência e caráter do músico brasileiro.

Ouvindo recentemente um de seus trabalhos com o grupo UM, "Reflexão Sobre a Crise do Desejo" de 1981 (com Rodolfo Stroeter,Lelo Nazário e o próprio) é que o "insight" devido veio, daquelas aulas em que nos debruçavámos no método de caixa de Wilcoxson e conversas inusitadas sobre música, músicos e palcos.


Zé Nazário tem vocabulário músical próprio.É como se falasse um dialeto do além, de outra dimensão que não a nossa.Apesar da influência de Hermeto, de Edson Machado e de Coltrane suas baquetas falam com tal convicção que é impossível contrariá-lo.Quando a pessoa é a própria música que toca e não casos como o meu que toco o que me pedem, cria-se um elo de auto-afirmação e respeito que não se pode ir contra.Este é o Zé Nazário e esta é a sua música.Uma ZEN música.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

My Blogs on the Web

This is two of my Blogs on the Web. Descendo o Sarrafo is a personal blog where i post reviews of bands, musicians and drummers.O Rock de Londrina is my personal view about the years of 87 until 98 in Londrina where i began my musical carreer.