Kadú Guariente, é músico, escritor e compositor.Atua desde 1991 nas áreas artísticas e humanas. Se você tem banda(nacional ou internacional) e quer ver seu trabalho divulgado neste blog, por favor envie-nos o seu release completo com fotos digitais para kaduguariente@yahoo.com.br e nós o divulgaremos.
sexta-feira, 8 de julho de 2022
quinta-feira, 30 de junho de 2022
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Os Músicos de Rock Mais Subestimados da História: Mel Collins
Ás vezes me pergunto o que leva um projeto de banda ou músicos que tiveram uma projeção inicial lá nos longínquos anos 70 (século XX) ter ficado à margem história.
Músicos de quando ainda éramos jovens, ouvíamos e eram a sensação do momento em sua época mas sumiram e deixaram rastros de fãs que se negam a acreditar nisto e conquistam cada dia mais espaço para os seus ídolos.
Estas histórias nos dias do advento da web (final dos 90) desencadearam uma retomada artística de diversos músicos ao redor do mundo, inclusive com turnês que se não lotaram estádios, criaram um movimento de "revival" enorme em bares maiores, pubs e médias casas de show do país e principalmente fora.
Aqui relaciono alguns nomes que vários da geração Z talvez nem tenham ouvido falar e outros desta mesma geração que os conheceram via parentes e amigos, na maioria aqueles tiozões que como eu ainda são fascinados pela sonoridade de uma boa velharia sonora feita de stacks de marshalls, pedais wha wha's, MiniMoogs, baterias Ludwig e guitarras vintage.
Melvyn Desmond "Mel" Collins ( 5 de Setembro de 1947, Isle of Man - Grã Bretanha)
Muitos conhecem saxofonistas de rock famosos com Bob Keys (The Rolling Stones) e Clarence Clemons (E-Street Band, Bruce Springsteen), mas existem saxofonistas do rock que foram excluídos do Olimpo dos grandes instrumentistas de rock e que continuam até hoje aumentando sua fama pelo mundo. Um destes é o saxofoniste e flautista Mel Collins. Tendo iniciado no mundo do prog rock nos anos 60/70 ao lado de King Crimson e Chris Squire (Yes), Collins não só colaborou com monstros sagrados do rock progressivo mas também do rock e do R&B Inglês como Eric Clapton, Bad Company, Humpble Pie, The Allan Parsons Project, Roger Waters entre muito outros.
No album Islands de 1971 e em substituição ao saxofonista Ian McDonald Mel Collins, aqui um banho de estilo erudito na canção "Formentera Lady":
Mais a frente um da suas gravações memoráveis que mostram sua versatilidade como músico no universo rock está no album "Street Rats" do Humble Pie em 1975:
Bom, não preciso falar que este próximo hit é do album Some Girls dos The Rolling Stones e talvez um dos hinos memoráveis desta banda:
No album Alchemy Live do Dire Straits em participa na maioria das faixas gravadas ao vivo:
Em 2014 Mel Collins volta aos palcos com o velho comparsa de King Crimson, Robert Fripp no projeto "A Scacity Of Miracles", aqui só para sentir a passagem de som dos músicos:
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Os Músicos do Rock Mais Subestimados da História - Parte II : Zal Cleminson
Ás vezes me pergunto o que leva um projeto de banda ou músicos que tiveram uma projeção inicial lá nos longínquos anos 70 (século XX) ter ficado à margem história.
Músicos de quando ainda éramos jovens, ouvíamos e eram a sensação do momento em sua época mas sumiram e deixaram rastros de fãs que se negam a acreditar nisto e conquistam cada dia mais espaço para os seus ídolos.
Estas histórias nos dias do advento da web (final dos 90) desencadearam uma retomada artística de diversos músicos ao redor do mundo, inclusive com turnês que se não lotaram estádios, criaram um movimento de "revival" enorme em bares maiores, pubs e médias casas de show do país e principalmente fora.
Aqui relaciono alguns nomes que vários da geração Z talvez nem tenham ouvido falar e outros desta mesma geração que os conheceram via parentes e amigos, na maioria aqueles tiozões que como eu ainda são fascinados pela sonoridade de uma boa velharia sonora feita de stacks de marshalls, pedais wha wha's, MiniMoogs, baterias Ludwig e guitarras vintage.
Alistair Macdonald "Zal" Cleminson (Glasgow - Escócia 4 de Maio de 1949)
Quem é este arlequim com guitarras firebird e SG da Gibson tocando como um maníaco atras de rocks memoráveis do saudoso Alex Harvey, de canções inúmeras do Nazareth e até mesmo de Bonnie Tyler? Quem foi este guitarrista que apavorou caras como Pete Towshend, Eric Clapton e Jimmy Page?.
Esta é a história que iremos aqui contar.
Muito antes de existir Kiss, Alice Cooper, Twisted Sisters este guitarrista já estava fazendo fama nos palcos do reino unido. Foi na banda escocesa Tear Gas (que acabou sendo a base da banda The Sensational Alex Harvey Band) que este escocês de cabelo ruim começou no mundo do rock. Não só as performances de Zal ao vivo, mas a qualidade técnica de guitarrista que o fizeram conhecido e admirado e portando óbvio que ao fim da Alex Harvey Band ele automaticamente foi convidado a entrar na banda mais famosa da Escócia na época: tratava-se da Banda Nazareth. Mas vamos por partes.
Aqui abaixo, temos com o Tear Gas um pouca da energia de Zal em inicio dos 70:
Com a gravação do álbum Next (1973) o rock inglês ficou embasbacado com a capacidade criativa do Escoceses em especial ao roqueiro Alex Harvey, que já era considerado um veterano pois sua carreira era pré Beatles e The Rolling Stones, considerado o Tommy Steele Escocês. Para vocês entenderem o que significa Tommy Steele para o rock inglês aqui vai:
E este era Alex Harvey à época:
Agora o que aconteceu com o The Sensational Alex Harvey Band foi algo além das expectativas do rock britânico, assistam:
E o Guitarrista catalisador desta loucura toda era o próprio Zal Cleminson
Este guitarrista. o Zal Cleminson não foi popular, sempre se considerou um "side-man" de outros artistas como Elkie Brooks:
Mas foi com os Escoceses de Dunnfermile é que Zal consquistou uma reputação mundial:
Os Músicos de Rock Mais Subestimados da História - Parte I: Ken Hensley
Ás vezes me pergunto o que leva um projeto de banda ou músicos que tiveram uma projeção inicial lá nos longínquos anos 70 (século XX) ter ficado à margem história.
Músicos de quando ainda éramos jovens, ouvíamos e eram a sensação do momento em sua época mas sumiram e deixaram rastros de fãs que se negam a acreditar nisto e conquistam cada dia mais espaço para os seus ídolos.
Estas histórias nos dias do advento da web (final dos 90) desencadearam uma retomada artística de diversos músicos ao redor do mundo, inclusive com turnês que se não lotaram estádios, criaram um movimento de "revival" enorme em bares maiores, pubs e médias casas de show do país e principalmente fora.
Aqui relaciono alguns nomes que vários da geração Z talvez nem tenham ouvido falar e outros desta mesma geração que os conheceram via parentes e amigos, na maioria aqueles tiozões que como eu ainda são fascinados pela sonoridade de uma boa velharia sonora feita de stacks de marshalls, pedais wha wha's, MiniMoogs, baterias Ludwig e guitarras vintage.
Ken Hensley (Kenneth William David Hensley (Agosto de 1945)
![]() |
| Fonte:http://www.uriah-heep.com/newa/gigs/uriahheepukslowey_3.jpg |
Ken Hensley ao que muitos pensam, não foi apenas o tecladista e guitarrista da banda britânica Uriah Heep. Sua coloboração músical na europa de estende além do Reino Unido. Aos malucões que adorão pérolas do Kraut Rock do inicio dos anos 70 citamos o álbum da banda Weed, um projeto de Hensley com a banda Alemã Virus que hoje é um dos albuns mais cultuados da história do Kraut Rock.
Seguindo a sequência de trabalhos deste roqueiro londrino, antes mesmo de aceitar a proposta do produtor Gerry Bron (fundador do selo Bronze Records e que revelou entre outros artistas a banda Motorhead) Hensley já havia participado da banda The Gods ao lado do baterista Lee Kerslake (Uriah Heep, Blizzard of Ozz) onde fizeram além de fama no meio musical Londrino permitiu em 1969 que estes dois se unissem a mais duas lendas do rock inglês: David Byron e Mick Box da banda Spice. E neste meio tempo ainda houve tempo de participar dos projetos da Bandas Toe Fat e Head Machine.
Participando do Uriah Heep por dez anos (1970 a 1980) , Hensley ao lado de tecladistas como Jon Lord (Deep Purple) e Keith Emmerson (EL&P) fez fama com suas bases e solos de Hammond, mas também de solos de guitarra memoráveis ao lado de Mick Box (até hoje membro original do Uriah Heep).
Sua carreira solo é um caso a parte: entre 1973 e 1981 (logo após sua saída do UH) chegou a lançar dois álbuns solos e deixou várias sobras de estúdio que até hoje não foram lançadas.
E ao Lado da banda americana Blackfoot onde participou de dois albuns em 1983 e 1984 respectivamente.
Mas após um hiato de 10 anos eis que vemos novamente Ken Hensley retornar com alguns albuns à partir de 1994 , turnês pela Rússia, Eslovênia, Turquia, Espanha, Alemanha com boa receptividade dos fãs. Sendo que em 2001 ele participa da reunião do Uriah Heep em 2001 ao lado de seus ex-colegas de banda John Lawton (Lucifer Friends), Trevor Bolder (Spider From Mars), Lee Kerslake (Ozzy Osbourne) e claro Mick Box, Bernie Shaw e Phil Lanzon.
sábado, 16 de março de 2013
Bernardo Pellegrini e Seu Novo Clipe!
Bernardo Pellegrini novamente nos presenteia com a nova canção "Xote do Menino" com produção do não menos talentoso Marco Scolari.
Como sempre em terra de Rodrigo Garcia Lopes, Neusa Pinheiro, Cida Moreira e Arrigo Barnabé novas canções são sempre bem vindas e vindas do Ber já viu né??
Música de Bernardo Pellegrini, feita para Antonio seu filho.
Produção: Marcos Antonio Scolari
Edição: Chico Santos
terça-feira, 27 de novembro de 2012
LO & Grupo
Luis Otávio Almeida é um caso raro na música Paranaense.
Pé vermelho de origem chegou com dez anos à capital paranaense e interessou-se desde cedo pela guitarra, ao lado de seus primos do interior que dedicavam-se aos primeiros estudos musicais. Mesmo no autodidatismo iniciante como todo adolescente se embrenhou na sonoridade Curitibana e do rock clássico norte americano do Credence, Ten Years After, Steppenwolf, até que seus estudos o levarão a conhecer a bossa nova e os sons do Sul Minas Gerais.
Somado ao estudo de técnica de violão erudito e guitarra elétrica com o guitarrista Fernando Pacheco (Recordando o Vale das a Maçãs) e com o guitarrista carioca Fredera (Som Imaginário) , com o passar do tempo Luis era levado a adquirir experiências como a passada no Chile na década de 90 e depois de seu retorno a Curitiba, mais uma temporada na Espanha que o auxiliou a adquirir a experiência necessária de compositor e arranjador.
Especialista em cordas, Luis adquiriu no samba e no chorinho, bem como nos ritmos brasileiros uma experiência ímpar e é dono de uma criatividade ilimitada. Ele prossegue em vários projetos culturais Curitibanos levando sua música ao patamar da excelência.
Aqui embaixo um pouco do que ele já realizou em seu retorno aos palcos Curitibanos através de seu novo site, que já se encontra no ar:
http://www.loegrupo.com/home.htm
terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Voltando aos velhos tempos..
Dos tempos da minha velha bateria "caramuru" e das bandas que circulei durante os anos 80 e 90 pouca coisa ficou. Mas ficaram as canções que toquei.
A formação desta minha nova banda tem um pouco de tudo: de revival, de celebração do presente, mas acima de tudo de tocar o que gosto sem muito filosofar e o melhor sem muita ralação.
Aqui estão alguns videos:
Kadú Guariente
A formação desta minha nova banda tem um pouco de tudo: de revival, de celebração do presente, mas acima de tudo de tocar o que gosto sem muito filosofar e o melhor sem muita ralação.
Aqui estão alguns videos:
Kadú Guariente
domingo, 8 de julho de 2012
Finalmente um Documentário a Altura do Rock Nacional !
É sempre emocionante quando o Brasileiro da mostras que tem memória!
Este novo documentário que é produzido pelos formandos de comunicação do Faculdade Casper Líbero em São Paulo nos dá uma mostra disto:
https://vimeo.com/42817785
A Gente Não Somos Inútil - Teaser from Walter Darcie on Vimeo.
Teaser do documentário da banda Ultraje a Rigor "A Gente Não Somos Inútil".
Página no facebook: facebook.com/agentenaosomosinutil
Direção: Gilles Sonsino
Assistente de direção: Mariana Ubertini
Produção Executiva: Thais Prestes
Sonoplastia: Paulo Emílio
Edição: Walter Darcie
Este novo documentário que é produzido pelos formandos de comunicação do Faculdade Casper Líbero em São Paulo nos dá uma mostra disto:
https://vimeo.com/42817785
A Gente Não Somos Inútil - Teaser from Walter Darcie on Vimeo.
Teaser do documentário da banda Ultraje a Rigor "A Gente Não Somos Inútil".
Página no facebook: facebook.com/agentenaosomosinutil
Direção: Gilles Sonsino
Assistente de direção: Mariana Ubertini
Produção Executiva: Thais Prestes
Sonoplastia: Paulo Emílio
Edição: Walter Darcie
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Parte da Cena do Rock de Londrina
Com as Bandas:
Pequena Londres
Femme Fatalle
Vírus do Ipiranga
Imigrantes
Exposição de fotos e vídeos - Ricardo Abe
Discotecagem : Marcelo Domingues e Renato Trevisani
Dia 26 de Julho de 2012
Bar Valentino
domingo, 1 de julho de 2012
Voltas da Vida e o Que Passou, Passou..
Correligionários, Militantes e Amigos,
Como boa parte dos que frequentavam meu Blog "O Rock de Londrina", leram minha despedida do Blog penso que tenha ficado claro para todos que não se trata de nada pessoal com a minha determinação em deixar o blog "inativo", entendendo-se que já passaram mais de quatro anos de postagens, doze anos sem morar em Londrina. Penso que é justo e saudável deixar espaço para que cada um lá conte a sua história.
Também ficou bem claro que o Blog "é meu" e não espaço para realizar publicidade de tudo ou de todos.
Simplesmente a função do Blog era a de contar algumas histórias vivenciadas por mim e reparti-las com quem tivesse o interesse.
Segundo Estevão Bannot de Condillac (1715-1780)
"Comparando a sensação atual com a sensação lembrada, nasce a distinção entre presente e passado; a distinção entre atividade (na memória) e passividade (na sensação); a consciência, o eu, que é uma coleção de sensações atuais e lembradas; o juízo, que é comparação entre sensações presentes e passadas; a reflexão, isto é, a direção voluntária de atenção sobre uma determinada sensação - idéia ou relação, juízo - em uma série de idéias e juízos; a abstração, isto é, a separação de uma idéia de outra; e a generalização, isto é, a capacidade de noções gerais. Paralelamente ao desenvolvimento teórico do espírito procede o desenvolvimento prático. Da sensação (agradável ou dolorosa) nasce o sentimento (de prazer ou de dor). A lembrança de sensações agradáveis e a comparação com as presentes, tornam-se desejo; o desejo preponderante torna-se paixão; o desejo estável torna-se vontade."
E em resumo é isto, chega determinado dia da vida em que acordamos: o desejo "paixão" se vai e fica-se a "vontade".
O passado se foi e nada mais das lembranças de outrora ficam, por que já as exorcizei e portanto, quando exorcizada parte para o agora, o que para mim é meu passado e futuro em ação não importando mais fatos, lembranças ou condições pois as experiências da vida são o que são e eu como todo ser "razoável"de percepção entendo que é hora de "foco" no momento.
Concluindo, fica esta imagem acima do que sou hoje.
Este meu blog continuará sendo um espaço "meu", para postar coisas do "meu interesse", mormente com relação a música, atualidades, idéias e viagens.Quem gostar ou se interessar, seja bem vindo!
Kadú Guariente
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Rock nos tempos do DCE - 1994
Ai moçada, Tureta, Marcelo Domingues e Silvião na imagem tocando no DCE da Hugo Cabral em 1994. Nesta época Londrina tinha um cenário de várias bandas autorais na ativa, mas que também tocavam cover para sobreviver. Convulsão marcou época no cenário Undergorund.
Kadú Guariente
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Tributo a José Gnoatto
Prezados,
Não saberia lhes dizer em quais circunstâncias faleceu no dia 1 de Janeiro, nosso querido amigo José Gnoatto, filho do Seu Armindo Gnoatto, famoso escriturário de vossa cidade.
Tendo residido em Barracão por 14 anos, tanto os irmãos Gnoatto quanto os irmãos Guariente sempre foram muito próximos: amigos de colégio, de bola, de trago e de um bom e velho rock n roll, por que não?
Os irmãos mais velhos do Zé e do Paulo sempre foram amigos dos meus irmãos Márcio e Geraldo e o seu Armindo (pai de todos) com toda certeza foi uma figura pública e notória das mais famosas da história de Barracão.
Saber do falecimento deste querido amigo me fez recordar as tardes em que passávamos escutando rock no último volume só para incomodar a vizinhança. Como bons descendentes de italianos sempre fomos muito "barulhentos, prolixos e gesticuladores" discutindo desde o sentido da vida até a cor do cavalo branco Napoleão.
Eram momentos em que nós como residentes de uma pequena cidade de interior tínhamos disponíveis para ler, filosofar, coisa que numa cidade grande em que vivo é quase impossível de se pensar em fazer.
Ademais, importante lembrar independente que a vida de todos tenham seguido o seu próprio rumo, muitos continuaram em Barracão a semear a boa semente, trazer, contribuir e solidificar esta cidade que hoje é apenas uma pálida lembrança do que era nos idos dos anos 80. Vejo hoje um avanço significativo na cidade em todos os setores e que ela tem acompanhado muito bem os avanços tecnológicos sem perder o seu "bucolismo" e sua gloriosa missão de ser divisa "fronteiriça"e partícipe das culturas gaúchas, italianas e alemãs.
O "Zé" como o chamávamos era filho desta terra e como muitos colegas nossos da época, prosperaram em Barracão com seus familíares, criando a raiz tão necessária para que se fortaleçam laços.
Fico Feliz por ter sido amigo do Zé em sua passagem por este nosso planeta e creio que agora em algum lugar onde só nosso Deus sabe onde, possa com seus livros de filosofia e seus discos de Rock continuar espalhando conhecimento e alegria, coisa que sempre foi tão típica da Família Gnoatto.
Um Forte Abraço dos Guariente à todos de Barracão e quem sabe (em breve) não aparecemos por ai para dar um forte abraço aos amigos que deixamos.
Kadu Guariente
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Hoje é dia de Demo Sul!!!
Sexta é dia de Demo Sul
Esta sexta, 14 de outubro, começa a 11ª Edição do Festival Demo Sul. A programação cultural que invade Londrina (PR) por uma semana conta com O Melda (Belo Horizonte), Brazilian Cajuns (Londrina) e Krappulas (Curitiba). O evento acontece na Vila Cultural Espaço Alona a partir das 23h30min e os convites antecipados podem ser comprados na Sonkey e UpTime inglês. Conheça melhor quem se apresenta:

O Melda
Este é um projeto solo de Claudão Pilha, baterista do Estrume’n’tal, Os Meldas, Os Pilhas, Juremas e Ratones. Em O Melda, empunha sua guitarra quadrada e rude com baterias punk-programadas, letras mordazes e seu exclusivo rock-regressivo capacete percussivo, tirando onda com a raça humana e partindo para a gozação de si mesmo.

Brazilian Cajuns - Southern Rebels
Formada por 6 bandoleiros, a Brazilian Cajuns – Southern Rebels há 4 anos têm levantado poeira por este grande sertão de terra vermelha. Com um EP e um vídeo clipe recém lançados, já tocou seu country’n’billy – um rock’n’roll quente e caipira – pelo Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, e dividiu palco com as principais bandas da cena a-Billy nacional.

Krappulas (Curitiba)
Com mais de 17 anos de estrada, Kráppulas é uma das bandas mais antigas da cena psycho em atividade. O quarteto, primordialmente influenciado pela geração psycho dos anos 80, apresenta boas doses do velho rock'n'roll e muito peso. Sempre presente nos principais festivais psycho do país - como o Psycho Carnival e o Psychobilly Fest, a banda também realiza shows periodicamente por todo o Brasil.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Budszone:o aplicativo mais seguro e privativo que você já viu!
Find your friends anywhere, anytime with budszone!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Empresa americana patrocina festival de música independente no Brasil
Festival de música independente no Brasil é patrocinado por empresa americana
Acontece de 14 a 22 de outubro a 10ª edição do Demo Sul, um festival de música independente realizado anualmente em Londrina, norte do Paraná. Atualmente, ele é considerado o maior evento do gênero da região Sul do País e conta com a participação de bandas de diversas vertentes e localidades. Entre as principais atrações deste ano estão: B. Negão, Móveis Coloniais de Acaju, e Dead Rocks.
O Demo Sul é um evento de vanguarda e busca a divulgação da música independente, trabalho nem sempre reconhecido pela mídia tradicional. Pensando nisso, a organização procurou alternativas e fechou patrocínio com o Bud’s Zone – um aplicativo grátis para smartphone que teve seu lançamento mundial anunciado no mês de setembro.
O Bud’s Zone foi desenvolvido pela empresa americana M4SYS Corporation e é um georeferenciador que, entre suas funcionalidades, oferece mensagens SMS grátis, a possibilidade de se formar grupos de afinidades e a opção de check-in de localização e busca de amigos no mapa (Google Maps) direcionados apenas às pessoas selecionadas.
“A vinculação do Bud’s Zone ao Demo Sul era inevitável, tendo em vista que os Coletivos de Festivais independentes no Brasil têm angariado um segmento de público que reage interativamente na WEB de maneira muito positiva, criando um movimento que agrega o publico Geek e fanáticos por novas tecnologias”, diz Carlos Eduardo Guariente, gestor da campanha Bud’s Zone no Brasil.
Além de ser o patrocinador máster da edição 2011, o Bud’s Zone fará em suas redes sociais a divulgação de toda a programação do festival durante os dias em que ele estiver acontecendo. Acompanhe em https://www.facebook.com/budszonefanpage ehttp://twitter.com/budszone
O Festival Demo Sul ainda vai contar com o VIII Simpósio de Música Independente, Mesa de Debates, Rodada de Negócios e Oficinas Formativas. Mais informações em http://demosul.blogspot.com
Bud’s Zone na APP Store: http://itunes.apple.com/lb/app/buds-zone/id454579491?mt=8
Demo Sul - 2001
Público direto: 80 mil pessoas
Público indireto: meio milhão de pessoas
Participação de bandas independentes: 205 bandas, sendo 120 locais, 61 nacionais e 4 bandas internacionais
Material recebido (bandas nacionais): 1.450
Material recebido (bandas internacionais): 15
Ingressos: Os ingressos serão vendidos a R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia entrada. É obrigatória a apresentação de carteirinha ou comprovante de matricula 2011). Entrada gratuita para idosos e portadores de deficiência.
Postos de venda: Na Sonkey Instrumentos Musicais (Rua Senador Souza Naves, 9 – centro - Londrina - (43) 3377-6800) e Up Time Comunicação em Inglês (Rua Paranaguá, 688 –centro – Londrina - (43) 3334-1121)
Censura: 18 anos.
Outras informações Demo Sul:
Marcelo Domingues – 43 9177 5192
Serviço de imprensa Demo Sul:
Alea/ Doc
Emilia Miyazaki – 43 9951 1900
Andréa Monclar – 43 9101 1080
Serviço de imprensa Bud’s Zone
Beto Pacheco – 41 9946 7423
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